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Quanta tribulação hoje

De que me serviria a força dos seus braços? Não têm vigor algum.

Mirrados pela pobreza e pela fome, roem o deserto, terra, de há muito, árida e desolada;

Apanham ervas e cascas de árvores, alimentam-se de raízes de giesta.

Escorraçados do meio da sociedade, perseguidos com gritos como ladrões,

A meu lado se levanta a gentalha, e procura caminhos para me perder.

Destroem as minhas veredas, preparam a minha ruína, e ninguém os contém.

Como por uma larga brecha, irrompem sobre mim, surgem do meio das ruínas.

Porventura o que vai perecer não estende as mãos, e, na sua infelicidade, não lança um grito?