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Oração da tarde

Person leaving confessional booth in contemporary Brazilian church, peaceful expression of relief and grace received, early evening lighting, modern church interior

Três Passos Para Reconquistar a Amizade de Deus

Santo Afonso nos ensina como responder quando descobrimos a gravidade de ter Deus por inimigo. Não com desespero, mas com ação concreta guiada pela misericórdia divina.

Primeiro — Reconheça a perda. "Para me tornardes digno da vossa graça, haveis empregado 33 anos de suores e sofrimentos, e eu, por um instante de prazer envenenado, por um nada, a desprezei e perdi." Seja específico sobre o que você perdeu.

Segundo — Arrependa-se completamente. Não um arrependimento superficial, mas do fundo do coração. "Arrependo-me de todo o coração de ter ofendido a vossa bondade infinita." Vá ao confessor hoje mesmo.

Terceiro — Ame de novo. "De hoje em diante, quero só viver para Vós e só amar a Vós, meu Deus, meu tesouro." Desprendimento total das afeições mundanas que o levaram ao pecado.

A misericórdia de Deus ainda está disponível. Ele ainda lhe dá tempo para reconquistar Sua amizade. Mas isso exige uma decisão sua — hoje.

Post 3 de 3, baseado na meditação "Do grande mal que é o desafeto de Deus" de Santo Afonso Maria de Ligório.

Passos concretos para conversão e reconquista da amizade divina baseados em Santo Afonso

Fontes desta publicação:Meditação
Person kneeling in prayer before crucifix in simple room, late afternoon light streaming through window, moment of serious reflection and examination of conscience

O Que Você Perdeu Na Última Vez Que Pecou?

Santo Afonso fazia uma pergunta devastadora — quando perdemos um animal, uma ovelha, não comemos, não dormimos, só choramos. Mas perdemos a graça de Deus e comemos, dormimos, e não choramos.

Você já parou para considerar o que realmente perdeu na última vez que cometeu pecado mortal? Todos os seus méritos anteriores — as orações, os sacrifícios, as boas obras — tudo apagado num instante. De filho de Deus você se tornou escravo de Lúcifer. De amigo querido, inimigo odiado. De herdeiro do céu, condenado ao inferno.

Os anjos, se pudessem chorar, chorariam de compaixão vendo sua desgraça. Mas você mesmo chorou? Você sentiu o peso terrível dessa perda?

Ainda que você tivesse merecido tanto quanto São Paulo Eremita ou São Francisco Xavier, um só pecado mortal apagaria tudo. "De nenhuma das obras de justiça que tiver feito, se fará memória" (Ezequiel 18,24).

Seja honesto consigo mesmo — você trata o pecado mortal com a seriedade que ele merece?

Post 2 de 3, baseado na meditação "Do grande mal que é o desafeto de Deus" de Santo Afonso Maria de Ligório.

Exame de consciência sobre a gravidade real do pecado mortal e suas consequências

Fontes desta publicação:Meditação